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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Rosas de Maio

Livro: Rosas de Maio
Autora: Dot Hutchinson
Ano: 2019
Páginas: 300 
Editora: Planeta
Gênero: Crime
Onde Comprar: Amazon, Saraiva, Submarino

SinopseQuatro meses se passaram após a descoberta do Jardim e de suas "borboletas": jovens mulheres, sequestradas e mantidas em cativeiro por um homem brutal e obsessivo, conhecido apenas como Jardineiro. O inverno está chegando ao fim, e as Borboletas esperam ansiosamente por dias mais quentes e tranquilos.

Para os agentes Brandon Eddison, Victor Hanoverian e Mercedes Ramirez, no entanto, a calma não parece valer: em outra parte dos Estados Unidos, mais uma jovem surge brutalmente assassinada. Os indícios apontam para a ação de mais um serial-killer psicopata, capaz não apenas de matar a sangue frio, mas também de elaborar a cena a ser descoberta: a jovem é descoberta no altar de uma velha igreja, com a garganta cortada e o corpo rodeado de flores.

Resenha: Depois de acompanhar o caso das Borboletas, vemos a equipe de agentes cuidando das meninas e se preparando pro julgamento, mas o agente Eddinson parece estar um pouco mais abalado. O aniversário de um caso sem solução se aproxima. 

Pryia é a irmã mais nova de Chavo, uma menina de 18 anos que foi brutalmente assassinada, assim como várias outras meninas como ela. Todas sempre eram encontradas cercadas de flores específicas. Os agentes "adotaram" a menina e sempre mantém contato com ela e sua mãe. 

Pryia começa a receber flores de um desconhecido na porta de sua casa e isso desperta uma preocupação nos agentes, que identificam a possibilidade do assassino estar atrás dela também!

A história é bem interessante, mas achei o primeiro livro melhor. O ritmo desse é beeeeeem mais lento que o primeiro e, lendo logo em seguida, fez uma baita diferença pra história. 

Gostei que em Rosas de Maio ainda estamos vendo o desenrolar dos acontecimentos do Jardim das Borboletas. Não é aquele tipo de história que te apresenta o desfecho e acaba por aí, é bem legal poder ver o que acontece com as meninas depois de tudo e como isso se relaciona com o caso atual. 

O livro é bom, gostei bastante, a única coisa que não me agradou tanto foi essa diferença gigantesca no ritmo da história. No primeiro tudo acontecia muito rápido, cada hora era uma treta, já nesse as coisas são mais lentas, mostrando uma realidade do dia-a-dia e da investigação em andamento.

É uma ótima leitura, recomendo e já tô ansiosa pro próximo!

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sábado, 9 de janeiro de 2021

O Jardim das Borboletas

Livro: O Jardim das Borboletas
Autora: Dot Hutchinson
Ano: 2017
Páginas: 304
Editora: Planeta
Gênero: Crime
Onde Comprar: Amazon, Saraiva, Submarino

Sinopse: Perto de uma mansão isolada, existia um maravilhoso jardim. Nele, cresciam flores exuberantes, árvores frondosas... e uma coleção de preciosas "borboletas": jovens mulheres, sequestradas e mantidas em cativeiro por um homem brutal e obsessivo, conhecido apenas como Jardineiro. Cada uma delas passa a ser identificada pelo nome de uma espécie de borboleta, tendo, então, a pele marcada com um complexo desenho correspondente. Quando o jardim é finalmente descoberto, uma das sobreviventes é levada às autoridades, a fim de prestar seu depoimento. A tarefa de juntar as peças desse complexo quebra-cabeça cabe aos agentes do fbi Victor Hanoverian e Brandon Eddinson, nesse que se tornará o mais chocante e perturbador caso de suas vidas. Mas Maya, a enigmática garota responsável por contar essa história, não parece disposta a esclarecer todos os sórdidos detalhes de sua experiência. Em meio a velhos ressentimentos, novos traumas e o terrível relato sobre um homem obcecado pela beleza, os agentes ficam com a sensação de que ela esconde algum grande segredo.

Resenha: Esse foi meu primeiro lido de 2021 e já posso dizer que comecei o ano bem de leituras!
O livro faz parte da série "O Colecionador", de Dot Hutchinson, que conta com 4 livros, mas por enquanto só temos os 2 primeiros no Brasil.

Logo no começo conhecemos Maya, uma das borboletas que está sendo interrogada por dois agentes do FBI para pode explicar todos os eventos que levam até aquele dia. Maya é uma jovem que teve uma infância e uma vida muito difíceis e já conhece mais dor que as outras meninas. Ela conta um pouco de sua história de vida até chegar no Jardim.

O Jardim é um lugar em que meninas de 16 anos, sequestradas pelo homem que elas chamam de Jardineiro, são mantidas em cativeiro para fazer parte da coleção de borboletas do homem. Assim que cada uma chega, o Jardineiro tatua asas de borboleta mas costas de cada menina e da um novo nome a elas. 

Quando Maya chega no Jardim, conhece as outras meninas e começa a entender a dinâmica do local e logo descobre o que acontece com as borboletas que tentam fugir e quase conseguem, ou com aquelas que tem "acidentes" ou as que acabam engravidando. Todas elas terminam no expositor, conservadas pra sempre em resina e expostas como uma coleção de borboletas. Além desses fatores, todas as meninas tem uma data de validade, então todas sabem que sua morte é iminente e é a única maneira de conseguir escapar. 

A história é muito bem escrita, tem um ritmo incrível e te prende tanto que parece que você está lá na sala de interrogatório ouvindo Maya contar tudo! Apesar de ser muito boa e, sinceramente, digna de uma adaptação (alô Netflix!), a história aborda temas bem pesados e não é uma leitura tão fácil. 

Algumas pessoas se decepcionaram com o final, mas eu gostei. Achei um bom final pra todos os horrores e sofrimentos que vimos as meninas passarem!

Já comecei o segundo livro e já quero a série toda! O Jardim das Borboletas é um livro realmente muito bom! 
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sábado, 18 de julho de 2020

Mindhunter - Série

Título Original: Mindhunter
Emissora: Netflix
Ano de Lançamento: 2017
Duração: 34-73 minutos
Nacionalidade: Estados Unidos
Gênero: Drama policial
Nº de Temporadas: 2
Nº de Episódios: 19

Sinopse: Holden Ford (Jonathan Gross) e Bill Tench (Hold McCallany), dois agentes do FBI, possuem um plano ambicioso em mente: desenvolver a primeira pesquisa nos EUA sobre a mente dos assassinos.

Resenha: Falamos sobre o livro e agora é hora da série! 

Diferente do livro que a inspirou, a série traz um fundo de realidade misturado com ficção. Holden Ford e Bill Tench são agentes no FBI que passam a trabalhar juntos. Em sua jornada, Bill, que é chefe do Departamento de Ciências Comportamentais, viaja pelo país para dar palestras em delegacias para compartilhar técnicas do FBI, durante essas consultorias, alguns policiais pedem sua ajuda em casos hediondos que não estão conseguindo resolver. Quando começam a trabalhar juntos, o agente Ford se junta a Bill nessas viagens. 

Logo nos primeiros episódios, vemos que Holden tem uma fascinação pelo caso de Charles Manson e sugere que fazer uma entrevista com ele os ajudaria a entender como pensa, porém Bill diz que Manson está fora de seu alcance, mas ele poderia tentar falar com Edmund Kemper. Então assim Holden começa suas entrevistas, a princípio sem o apoio de seu parceiro, que acha que seus métodos são complicados demais. Com o tempo o agente cede e os dois seguem essa empreitada juntos. 


Com as entrevistas eles começam a identificar padrões e notam que isso os ajuda na captura de novos assassinos. Conforme tudo se desenvolve, eles se aproximam da Dra. Wendy Carr, professora de Ciências Sociais e ela acaba se juntando ao trabalho. 

E assim a narrativa evolui. Eles começam a traçar perfis comportamentais e a desenvolver técnicas para prender novos assassinos. 

Na segunda temporada já podemos ver seus métodos mais estruturados e os agentes com mais confiança. Bill passa por momentos difíceis com seu filho e Holden lida com questões pessoais que podem interferir em seu trabalho. O grande foco da segunda temporada é o caso ocorrido em Atlanta, onde 30 crianças foram assassinadas. Lembrando que os nomes de assassinos retratados na série equivalem a criminosos reais! 

Bom, chega de falar da trama, vamos à opiniões. 

Gostei muito da série e achei ela bem mais leve que o livro, até porque temos a ficção que ajuda a amenizar as atrocidades. Essa pegada mais dark da obra me agradou muuuuito, tudo se encaixa perfeitamente e você vai maratonar tão rápido que não vai nem sentir, só vai sofrer por não ter mais episódios pra assistir. 

Se você acha que não vai ter estômago pra ler o livro, pode ver a série sem medo, ela não é nem de perto tão pesada quanto o livro. Vai sem medo! 



Corre pra maratonar!

Trailer da primeira temporada:


Trailer da segunda temporada:






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sexta-feira, 17 de julho de 2020

Mindhunter

Livro: Mindhunter
Autores: John Douglas e Mark Olshaker
Ano: 2017
Páginas: 384
Editora: Intrínseca
Skoob
Onde Comprar: Saraiva, Amazon, Submarino

Sinopse: Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI.


Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.
Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.


Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.

Assassinos e estupradores em série costumam ser os criminosos violentos mais desconcertantes, perturbadores e difíceis de capturar. Isso ocorre porque geralmente são motivados por fatores muito mais complexos do que as emoções básicas, o que torna seus padrões mais confusos e os distancia de outros sentimentos normais, como a compaixão, a culpa e o remorso.

Às vezes, a única maneira de capturá-los é aprendendo a pensar como eles.




Resenha: Vou começar essa resenha com um aviso: apesar do livro não ser pra maiores de 18, eu não recomendo a leitura para menores de idade, nem mesmo se você for sensível a esse tipo de conteúdo. 

Bom, vamos lá! Mindhunter é uma obra biográfica, que nos conta a trajetória da carreira de dois agentes do FBI e como fundaram a unidade que estuda e prende assassinos em série, traçando perfis comportamentais. O método foi criticado no início, pois não acreditava-se que perfis comportamentais fossem de alguma ajuda, mas conforme os estudos foram se aprimorando e a prática começou a mostrar resultados, o método começou a ser aceito e ganhar forças e investimento para crescer. A história dos dois agentes inspirou várias outras obras por aí com essa temática, como Criminal Minds (amo de paixão!) e a série homônima, Mindhunter, da Netflix (amo também, ai socorro).

O livro é bem gráfico e descritivo, o que torna a leitura pesada, mas de maneira alguma tira a qualidade. Vi muitas pessoas criticando a obra por se tratar de um relato da carreira dos agentes. Acredito que essas pessoas foram para a leitura com a ideia proposta pela série, que coloca casos de assassinos reais e mistura com ficção, mas isso é assunto pra próxima resenha! O que devemos ter em mente aqui é que se trata de uma biografia, então o elemento ficção está fora da jogada. Se você não curte esse estilo de leitura, melhor considerar os elementos que te interessam. Eu, particularmente, não sou uma pessoa que gosta de biografias, mas o assunto é algo que me interessa, então compensou muito a leitura. 

Por ser um tema pesado e um livro bem descritivo (tem momentos em que os autores descrevem cenas de crime assustadoras e viscerais), foi uma obra que demorei muito pra conseguir terminar, levei, provavelmente, uns dois meses pra finalizar a leitura. Os autores conseguem criar uma atmosfera que te puxa pra dentro da obra, de modo que parece que estamos lá junto deles, o que torna mais difícil ler determinadas cenas. Isso me fez ter que parar a leitura diversas vezes. Por isso recomendo cautela na leitura.

Recomendo o livro para aqueles que, como eu, gostam do tema! Conversamos mais sobre a série na próxima resenha! 
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domingo, 26 de maio de 2019

Lucifer - Série

Título Original: Lucifer
Emissora: Fox (2016-2018)
                 Netflix (2019-atualmente)
Ano de Lançamento: 2016
Duração: 42-56 minutos
Nacionalidade: Estados Unidos
Gênero: Policial/Comédia
Dramática/Terror/Fantasia
Nº de Temporadas: 4
Nº de Episódios: 67



SinopseLucifer Morningstar (Tom Ellis), está infeliz e cansado de sua vida como o Senhor do Inferno, então decide tirar férias em Los Angeles, onde abre sua casa noturna juntamente com sua aliada infernal, o demônio Mazikeen. Após o assassinato de uma celebridade que ele ajudou a alcançar a fama, Lucifer se envolve com a polícia de L.A., onde se une à Detetive Chloe Decker e ajuda a resolver homicídios e procurar os responsáveis para que possa "puni-los", como deve fazer o Diabo, tornando-se Consultor Civil da polícia. 

Além de ajudar a resolver homicídios e punir os culpados, Lucifer se depara com problemas Celestiais, os quais ele imagina que seu Pai seja o culpado. Em meio a problemas divinos e novas relações humanas, Lucifer tem que aprender a lidar com essa nova fase de sua vida e os novos laços que constrói, tudo com a premissa de se ver livre da manipulação de Deus, seu Pai. 


Resenha: A quarta temporada da série chegou na Netflix dia 8 de Maio e se você, assim como eu, não está conseguindo lidar com a falta de mais episódios ou a confirmação oficial de mais uma temporada vamos sofrer juntos!

O que falar dessa série que maratonei todas as temporadas em 12 dias?


Então... Lucifer tem uma proposta de série policial com aquela fórmula que faz bastante sucesso: uma policial séria e focada e um cara que não é da polícia mas se mete nas investigações e geralmente faz alguma besteira no processo. Quando comecei a assistir me veio imediatamente a série Castle na cabeça e achei que seria uma tentativa de cópia. Errei. Ainda bem.



Lucifer conta a história do anjo que se rebelou contra seu Pai e foi expulso e condenado a comandar o Inferno, até que ele decide tirar férias em Los Angeles, corta suas asas e acaba sendo testemunha principal do assassinato de uma amiga. É aí que ele decide resolver o homicídio. No entanto, a detetive Chloe Decker (Lauren German) é a responsável pela investigação e se vê com um problema: Lucifer Morningstar (Tom Ellis) tentando fazer o papel da polícia. Para conseguir solucionar o caso, ele usa seu poder para obter respostas (além de distribuir suas famosas punições), perguntando a cada pessoa que interroga o que ela deseja, porém seu poder não funciona com a detetive, o que o deixa intrigado.



E assim a trama vai se desenvolvendo. Em meio a assassinatos e momentos onde vemos o anjo usando seu poder e sua força, podemos ver a história sendo aprofundada aos poucos, mostrando sua relação com seu irmão, o anjo Amenadiel (DB Woodside), que é enviado para levá-lo de volta ao Inferno, mas falha. Além de seu irmão, conhecemos Mazikeen (Lesley-Ann Brandt), um demônio que atravessou as portas do Inferno junto à Lucifer e tem o dever de protegê-lo, além de ser sua principal torturadora. 


Outro destaque da série é a relação com os humanos. Além da conexão entre Lucifer e a Detetive, é abordada a dinâmica dele com a psicoterapeuta Linda Martin (Rachael Harris), que inicia sua participação com consultas terapêuticas sendo pagas com sexo, o que acaba mudando quando ela percebe que Lucifer precisa de mais atenção como paciente, resistindo ao charme do Diabo. Durante suas consultas com a Doutora, podemos ver que é explorado seu lado humano, já que está vivendo com eles e deve aprender a lidar com suas emoções e sentimentos.


É muito interessante de ver a relação de Lucifer com aqueles que trabalham na polícia (LAPD), tendo cenas cômicas e emocionantes. É impossível não se apaixonar pelas personagens, tanto as humanas quanto as celestiais. Frequentemente é introduzida uma nova situação divina que deve ser resolvida, e elas geralmente se interligam com aquilo que está ocorrendo na delegacia e ligado à algum caso da Detetive Decker. A série mostra diversas vezes a ligação que Lucifer e Chloe têm, mostrando momentos entre os dois que nos deixam torcendo pelo casal e agoniados com os eventos que se desenrolam. Lucifer nunca escondeu a verdade da detetive, sempre contou que era o Diabo desde o momento que a conheceu, mas sendo uma pessoa extremamente racional, Chloe não acredita nele. 


Sem me aprofundar muito mais na história (vamos evitar os spoilers!), a série explora também os acordos que Lucifer faz com as pessoas, dando à elas o que querem e podendo cobrá-los quando lhe for conveniente. Em alguns casos, seus acordos acabam se conectando à algum caso da Detetive, o que deixa as investigações mais interessantes, já que Lucifer acaba estando envolvido em boa parte delas.


A irreverência de Lucifer Morningstar é o que acho que causou todo o frisson da série. Ele é uma personagem com uma ótima história e uma personalidade única, sendo engraçado, debochado e apesar de ser um anjo, vemos o quão humano ele é, mostrando em suas sessões com Linda seus sentimentos e incertezas, o que acaba nos deixando mais próximos à personagem e torcendo por ele.

O que acho interessante é que apesar da série ser focada em Lucifer, seus problemas divinos e sua relação com a detetive, todas as personagens têm um bom desenvolvimento e importância na trama, não atuando como aqueles que estão lá apenas para ajudar a personagem principal a conseguir conquistar seus objetivos, mas como pessoas importantes com vidas distintas, sentimentos e preocupações, o que me fez ficar apaixonada por cada um e suas particularidades. 

Como a maioria sabe, a série foi cancelada pela Fox ano passado, o que causou uma enorme comoção dos fãs e do próprio elenco, em destaque Tom Ellis, o nosso Diabo, que usou o Twitter para escrever para várias emissoras pedindo que alguma delas salvasse a série, até que o pedido, não apenas do ator, mas de muitos fãs, foi atendido pela Netflix, que comprou os direitos autorais da mesma, produzindo uma quarta temporada que dá continuidade aos eventos não finalizados.

Eu particularmente achei essa nova temporada sensacional. A Netflix com certeza fez um trabalho majestoso com a série, respeitando sua história, mas adicionando seu próprio toque à ela. Os fatos narrados dão uma sensação boa de conclusão, levando à questionamentos acerca da renovação para uma nova temporada (vamos torcer!).

Essa semana, Tom Ellis, nosso Lucifer, Joe Henderson e Ildy Modrovich (roteiristas da série), se reuniram e realizaram uma sessão de Q&A (perguntas e respostas) no Instagram oficial da série (@lucifernetflix), onde responderam perguntas dos/as fãs e deram alguns teasers sobre a quinta temporada, dizendo que, enquanto no Inferno, Lucifer encontrará um rosto familiar, e revelando que iremos descobrir o que acontecerá quando Chloe descobrir que é um presente de Deus. Todas essas informações confirmam que, de fato, teremos mais uma temporada, porém nenhum pronunciamento oficial foi feito, então não podemos comemorar ainda (pelo menos não oficialmente, mas estou comemorando assim mesmo, a felicidade é real).

Independente da confirmação de uma nova temporada, o final da que foi lançada no início de Maio traz um bom desfecho e acredito que acalmou o coração de muitos fãs frustrados com o cancelamento depois dos eventos da terceira temporada.


Eu posso dizer com certeza absoluta que fiquei obcecada pela série e estou na torcida de mais temporadas (querida Netflix, não me deixe na mão!)

Agora vamos conversar! Já assistiram? O que acharam?

Assista o trailer da quarta temporada:




















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